
Três meses após assumir o título Action Comics e lançar Lex Luthor em um jornada insana pelo poder, Paul Cornell faz ceder um pouco mais a barreira entre os universos DC a Vertigo ao providenciar o encontro entre o maior inimigo do Superman e a irmã mais velha dos Perpétuos: a Morte.
Como já havia sido anteriormente aqui no SOC!, em sua ânsia por poder Luthor irá viajar para lugares inesperados e se deparar com inusitados vilões do Universo DC e contra os quais nunca teve sequer o menor dos contatos. Foi explorando esta idéia que Cornell, repentinamente, fez algo que parece, no mínimo estranho e no máximo inadequado.
“Eu queria levar Lex para todo tipo de direções e cenários para encontrar vilões que ele nunca tinha realmente encontrado. Eu sabia que queria levá-lo a áreas nas quais nunca esteve, e uma destas áreas era o sobrenatural e o teológico“, explicou o escritor ao Comic Book Resources. “Inicialmente eu pensei ‘Oh, há o Corredor Negro do Quarto Mundo de Jack Kirby! O cara nos esqui, que é a personificação da morte naquele cenário’. Eu estava alegremente pensando em usá-lo quando de repente pensei que há outra Morte, que não estava lá, mas que era de muito além do Universo DC“.
Aos fãs xiitas dos Perpétuos e, principalmente, aos fãs da Morte, Cornell disse que irá se ater aos moldes da Vertigo e que não veremos uma batalha de super-heróis entre Lex Luthor e a Morte. “Teremos a Morte fazendo o que a Morte sempre faz e será uma edição intensa com uma conversa entre a Morte e Lex Luthor“. A Perpétua vem até Luthor dizer ao vilão que ele está morrendo devido aos acontecimentos da edição anterior.
A participação da Morte acontecerá em outubro em Action Comics nº 894, mas está não será a 1ª vez que o universo de Sandman toca o Universo DC. Em Justice League of America nº 23 (no Brasil, Os Melhores do Mundo nº 26, ed. Abril, 1999) na história “Conquistadores” de Grant Morrison a Liga da Justiça se encontrou com o próprio Sonho no primeiro encontro entre os dois mundos.
A presença da Morte para esta edição de Action Comics alinha-se perfeitamente ao que Cornell pretende para seu Lex Luthor. Por estar tão bem alinhado a proposta e servir para contar uma – possível – boa história, não vejo nada de mais no encontro entre os dois personagens. Também não me oponho a encontros eventuais de personagens de dois mundos diferentes, desde que sejam respeitadas as principais características de ambos, o que parece que é o que veremos nesta história. O importante é que este tipo de encontro não seja utilizado de maneira abusiva pelos escritores, o que poderia tornar algo interessante em desgastado.











nossa, ontem eu li os 2 capítulos da minissérie da viúva-negra escrita pelo paul cornell. como me falaram que era melhorzinha que os últimos trabalhos dele eu dei um voto de confiança; e também eu já paguei o gibi mesmo, então deixa eu ler.
mas caras, virou leitura dinâmica; não serve nem pra ler enquanto estamos no banheiro, sequer pra limpar nossas bundas. esse escritor é um lixo!
snikt!, entra pra campanha: Queremos um post sobre o Manuel!, o Super-Pateta!
QUEREMOS UM POST SOBRA O MANUEL, O NOVO DEFENSOR DE METRÓPOLIS.
Esse Cornell realmente é fraquissimo.