
A nova série de Jonah Hex foi uma surpresa tanto para os leitores brasileiros quanto para os próprios editores, pois os encadernados do pistoleiro lançados por aqui pela editora Panini tem tido ótima aceitação do público e bom desempenho em vendas. Prova disto é a editora planejar o lançamento do 3º volume da série para o ano que vem.
Segundo o editor DC no Brasil, Levi Trindade, o lançamento do álbum que já tem até nome, Jonah Hex: Origens, deverá ocorrer no 1º semestre de 2011 e trará as edições do nº 13 a 18 da nova série de Hex, ou seja, trará a perfeita continuidade do que a editora já publicou do matador por aqui nos dois álbuns anteriores; Jonah Hex: Marcado pela Violência e Jonah Hex: As Armas da Vingança.
De acordo com Levi o volume será lançado nos mesmos moldes das edições anteriores, ou seja, formato americano, 148 páginas impressas em papel LWC, capa cartonada e distribuição nacional. Embora o preço não tenha sido divulgado é bem provável que seja o mesmo de seus antecessores dado o formato da obra; R$ 14,90.
Ao contrário das duas edições anteriores que trouxeram seis one-shots cada uma Jonah Hex: Origens terá uma história em três partes, “Retribuição”, outra em duas, “A Balada de Tallulah Black”, e por fim o one-shot “Eu ando sozinho”. Todas as histórias são escritas por Jimmy Palmiotti e Justin Gray.
Com a arte de Jordi Bennet, “Retribuição” faz jus ao título do álbum e traz algumas informações sobre o passado de Hex como sua infância e o período em que atuou como soldado da Confederação. Nesta história veremos a relação do caçador de recompensas com seu pai e o convívio com os índios apaches.
O segundo arco traz a arte de Phil Noto e mostra a origem de uma personagem feminina na mitologia de Hex que parece ter caído nas graças dos leitores estadunidenses: Tallulah Black. A última história, por fim, terá a arte de Val Semeiks.
Ao que parece tanto a DC quanto a Panini acertaram nesta série. A primeira por resgatar o personagem e a outra por acreditar no título e apresentá-lo ao público brasileiro. Na minha opinião Jonah Hex vem se mostrando uma série deliciosa de ser lida, apresentando sempre histórias simples, lineares e bastante envolventes. A Panini acertou em lançá-la por aqui, continua acertando em trazer o 3º volume e espero que mantenha o bom trabalho e publique por aqui o seguinte; Jonah Hex: Only the good die young.













Jonah Hex é fenomenal assim como o outro titulo western que a panini tá lançando Loveless.
Recomendadíssimos.
“JONAH HEX” é o melhor título da DC, no momento…
De fato, Arqueiro, “Jonah Hex” é mesmo uma das mais agradáveis surpresas que a DC e a Panini estão apresentando. Histórias coesas, amarradas e arte sensacional, não é? Eu estava gostando muito do esquema de one-shots nas 2 edições anteriores, mas vamos ver como o título se sai com arcos de histórias.
estou gostando muito tb de “Jonah Hex”.
acredito que enquanto mantiverem os arcos na mesma revista, ta ok. afinal a ideia de não amarrar o leitor em arcos infindaveis, me agrada muito.
Li os dois primeiros encadernados. Estou habilitado a dizer: MUITO BONS. Principalmente o primeiro, com a estupenda arte do Luke Ross – Na verdade, é LUKE ROSS, o nome dele deve ser escrito em maiúsculas! Que arte! O cara até pôs umas referências a O Auto Da Compadecida na primeira e segunda histórias! Mas o segundo fica atrás por um nariz, comprem os dois juntos. No segundo aparece El Diablo, o amálgama de Zorro e Motoqueiro Fantasma da DC.
Agradeço ao soctumpow por alertar sobre a chegada (tomaraquesejinjaneiromemo!) do terceiro.
Parabens, parabens e parabens Panini. Jonah Hex é o melhor.
Tãoooo demorannndoooo pra lançar um album de luxo do Hex hein!!
Tá demorando!